Charli XCX trouxe um pouco da década perdida pra você.

Hoje vim falar de alguém que sempre constituí minha playlist do dia. Estou falando da cantora britânica Charli XCX, que a maioria de vocês devem conhecer devido ao toque especial que sua voz deu à “Fancy”, música a qual realiza parceria com Iggy Azaela, que se tornou uma verdadeira obrigação nas rádios e paradas de sucesso pelo globo, no ano passado. Com apenas 22 anos, a cantora possui dois álbuns oficialmente lançados e hoje acaba de lançar seu novo videoclipe, “Doing it”, com a participação de Rita Ora. Fiz um post bem completo (tentei), então podem encarar.

Nascida Charlotte Emma Aitchison, na cidade Cambridge, Inglaterra, Charli XCX antes de alcançar o estrelato escreveu o hit “I Love It(ouça aqui) de Icona Pop, que se tornou um grande avanço para a dupla sueca, com um peak dentro do top dez nas paradas em vários países, incluindo os Estados Unidos. Ela é creditada como artista de destaque na música, por cantar maior parte da música e o refrão “I don’t care/ I love it”, mas alguém por aqui se tocou na época? Pois bem. Sabe quando você senta na frente do computador, sem compromisso, e fica abrindo páginas e mais páginas da internet, sem de verdade ter o que buscar ? Então, esse sou eu e o momento em que eu ouvi “You (Ha Ha Ha) pela primeira vez e sinceramente não entendi bem o que vi e ouvia, só sabia que tinha gostado.

Sendo a chefe de um grupo de meninas que aparentemente contrabanda batons, ela me pareceu uma mistura que você tira de dentro de um baú abarrotado de roupas antigas da sua mãe, que constituíam os anos 80/90. Logo me apaixonei, confesso, e então comecei a buscar mais sobre a vida da cantora e escutar sua discografia.

           

Primeiro álbum oficial da Charli, “True Romance” foi lançado dia 12 de abril de 2013. Ela diz que o álbum retrata cada canto da sua própria história romântica, assim explorando no disco suas mais puras e sinceras verdade. Então, para ela, ele é muito bruto, muito honesto, e muito verdadeiro. Ora arriscando-se com sintetizadores nostálgicos da década de 80 e de vez em quando jogando-se no hip hop, o disco simboliza uma mistura de indie com Synthpop + eletrônica, que resultam em uma boa quantidade de músicas boas. Recheado de composições inclinadas ao passado, de forma naturalmente ela mescla dor e suas emoções mais sombrias de forma simples e sincera, que apenas realçam a notoriedade que o disco e ela merecem. Separei as minhas 3 músicas favoritas do álbum [tirando “You” (ha ha ha) que vocês já ouviram], espero que gostem:

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Entre o lançamento dos seus dois álbuns, Charli liberou “Superlove”, sua até então nova música de trabalho, que abriria os preparos de seu segundo disco, mas por fim a música não entrou na tracklist final. Eu a considero como uma faixa de transição entre seus dois trabalhos, deixando transparecer os vislumbres que seus projetos futuros receberiam, com todo esse toque meio “80/90”, com roupas extravagantes (já típico da moça), um cabelo volumoso e uma atitude firme.

          

Lançado oficialmente no final de 2014 em alguns países (em outros o disco só chega em fevereiro), “SUCKER”, seu segundo álbum, é marcado do inicio ao fim por uma atitude no entanto rebelde. Com a sonoridade bem diferente do primeiro disco, Charli não desgruda da década de 80, e agora acompanhada de referências dos anos 90 também, ela resgata as façanhas mais rebeldes que serpenteavam durante esses belos anos. Com uma sensação de poder que exala de todas as músicas, temos em mãos um encontro do bom pop com á audácia do punk, que segundo a cantora é rodeado da ideia do famoso “girl-power”. Boom Clap e a sua contagiante batida estão presente no disco, e pra quem não se lembra ela fez parte da trilha sonora do filme “A Culpa é das Estrelas”, o que  alavancou um tanto a carreira da cantora. O álbum me conquistou em apenas alguns minutos com suas primeiras composições e apesar de Charli se destacar liricamente em “True Romance”, agora ela oferece algo que eu não ouvia há um longe tempo, que de certo modo consegue me levar a finada (e queridinha de muitos) década perdida. Espero que apreciem tanto quanto eu, então fiquem com as minhas músicas prediletas do álbum:            
 
O clipe de Break the Rules, (que também se encontra em “SUCKER”) tem a cara do hino de uma juventude rebelde e extremamente engajada consigo mesma, é um dos meus favoritos. Have Fun with a little bad attitude..
 


O que constitui um artista é o que ele representa em um todo. Em seu modo de pensar, agir ou cantar, Charli se destaca também com suas roupas, que à ajudam construir uma bela imagem de “rockstar” de algumas décadas passadas, fazendo jus a sua sonoridade. Pra provar, dá uma olhadinha no que a moça mais usa: 

Pra fechar, assistam o clipe de “Doing it” com a participação da cantora Rita Ora, que a Charli liberou hoje. As duas gatas resolveram unir forças e viraram parceiras de crime. Dá uma conferida:


Espero que gostem da Charli tanto quanto eu!

         g

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4 comentários em “Charli XCX trouxe um pouco da década perdida pra você.

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  1. Conheci a Charlii XCX por “Boom Clap”, mas não sabia que tinha tantaaaaa coisa.. Tipo, dois cds já, e ia morrer sem saber de “I love it” kk, uma musica tão viciante e jamais imaginaria. Post muito bomm Gui, bem completo. Parabéns!! haha

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