Ei, você!

Eu sei que você não costuma me escutar, mas tenho algo a dizer. Hoje percebo que não tenho tanta relevância na sua vida, como aquela paixão que você reluta em esconder ou aquela melhor amiga que já foi mais presente, mas se foi o tempo de ficar calado.  Vejo todos os dias, mesmo que daqui de longe, você destruir um pouco do que ainda resta da sua fragmentada noção entre o que faz ou não bem pra vocês. Assistir enquanto junta seus recortes e aponta na direção errada novamente tem me desgastado, percebendo que no fim não posso fugir de olhar em seus olhos todos os dias e ver o que você verdadeiramente poderia ter sido. Eu queria que você estivesse no meu lugar, onde daqui não posso fazer nada, a não ser observar.  Não desvie o olhar, e me encare. Eu sou você, ou melhor, quem costumava ser. Olhe no espelho e me diga… Quem está lá dentro? O seu exterior não é mais válido enquanto seu interior for triste. E assim vai, todo dia a mesma coisa: “Espelho, espelho meu.. Existe alguém mais confuso do que eu?

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