Quando o cosmos interefere

De Júpiter para Marte.

Ele costumava me lembrar de tudo aquilo que eu recusa sonhar.

Acordo confuso, sem diferençar o real do desejo. Confuso permaneço ainda não sabendo por onde decifrar meu próprio tropeço, e deixo pra lá. Respondendo os costumes desta vida onde me sinto preso, continuo minhas ações, que sem perceber, voltam estreitamente para você. E ainda por burrice, me pergunto o “Por que?”. Hoje o gatilho foi puxado e o alvo novamente acertado.

Sem resultado concreto nas pesquisas, desisto da razão e começo acreditando na possível intervenção do cosmos. Até que ponto ele aceitaria meus erros e desvios, sem se pronunciar? Parece que não por muito tempo. Você é tão quente, que faz enxergar embaçado qualquer chance de um futuro distante. Uma noite sem dormir, uma memória apaga e um eclipse mental me levaram até você novamente, o novo velho caminho.

Me importa mesmo é ouvir o som do meu coração batendo, sentir o planeta girando e a nossa antiga música tocando. O espaço tomou conta da minha confiança e o infinito se tornou meu novo amigo, florescendo dentro de mim uma psique chamada universo. Se eu acredito de novo? Isso eu ainda não consigo te responder, mas uma coisa é certa: eu quero estar certo desta vez.

Com carinho,

Júpiter.

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