#VAPA: Como Eu Era Antes de Você

Depois de um tempinho sumido aqui no blog, o #ValeAPenaAssistir” também conhecido como “VAPA” haha, voltou da melhor maneira possível. Ontem assisti um dos filmes mais esperados (por mim e todo mundo) do ano. Já adianto “Como Eu Era Antes de Você”  é  infiel.  Vem ler o que eu achei do longa e prometo que tá tudo sem spoilers haha. Continue lendo “#VAPA: Como Eu Era Antes de Você”

Um amor pelos produtos da Ada Tina

GENTE, sabe quando você usa aquele produtinho que parece ser a chave dos seus problemas, e a vida volta a sorrir pra você ? Então, aconteceu comigo galera. Me deparei com os produtos da ADA TINA Italy, que me ajudaram na hora certa e no momento certo. Sempre ouvi falar que a marca é queridinha dos dermatos, e no fim consegui entender. Vem saber mais um pouquinho sobre esses produtos que fizeram tão bem pra minha pele e pra minha alma (really haha).Vem!

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O que eu achei: 50 Tons de Cinza




O longa não me agradou ao todo, isso é verdade. Quando os burburinhos  da tão aguardada produção cinematográfica dos sucessos dos livros de 50 Tons tomaram conta da internet, confesso que não senti emoção ou sentimento do gênero. Em meados de 2013 peguei para ler o primeiro livro da trilogia, mas não ultrapassei o sétimo capítulo. A leitura não fluía bem e com outras metas literárias para cumprir, não insisti na história. Assisti o filme sem expectativa alguma e de fato obtive uma surpresa boa. Continue lendo “O que eu achei: 50 Tons de Cinza”

O que eu achei: Caminhos da Floresta

{Um padeiro e sua mulher (James Corden e Emily Blunt) vivem em um vilarejo, onde lidam com vários personagens famosos dos contos de fadas, como Chapeuzinho Vermelho (Lila Crawford). Um dia, eles recebem a visita da bruxa (Meryl Streep), que é sua vizinha. Ela avisa que lançou um feitiço sobre o casal para que não tenha filhos, como castigo por algo feito pelo pai do padeiro, décadas atrás. Ao mesmo tempo, a bruxa avisa que o feitiço pode ser desfeito caso eles lhe tragam quatro objetos: um capuz vermelho como sangue, cabelo amarelo como espiga de milho, um sapato dourado como ouro e um cavalo branco como o leite. Eles têm apenas três dias para encontrar tudo, caso contrário o feitiço será eterno. Decididos a cumprir o objetivo, o padeiro e sua esposa adentram na floresta. 

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Aprendi com “Garota Exemplar” que toda história tem dois lados.

 
“Tem uma grande diferença entre realmente amar alguém e amar a ilusão dela”. Esta é uma das minhas frases favoritas do filme e é com ela que inicio por aqui. Acho que os filmes de suspense sempre foram um dos meus prediletos. A maneira que você se envolve com a história e logo se vê responsável por tentar desvendá-la é incrível e é uma sensação que eu mal posso deixar de lado.  Garota Exemplar é um filme que me proporcionou isso. Dirigido por David Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button ) e escrito por Gillian Flynn (Lugares Escuros), o longa é baseado em seu próprio romance e best seller de mesmo nome. É estrelado por Ben Affleck e Rosamund Pike. O filme examina os pilares de um casamento, que com o tempo é envolvido por desonestidade, mídia, efeitos econômicos e principalmente, aparências.

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O que eu achei: Quem é Você Alasca ?-Em Busca de um Grande Talvez

 
Durante essas férias, eu aproveitei para colocar as minhas leituras em dia, e assim comecei com o livro “Quem é Você Alasca ?”, do John Green (mesmo autor de A Culpa é das Estrelas, pra quem não sabe). Eu não vou fazer uma resenha por completa ou bem detalhada. Achei mais bacana destacar os pontos em que o livro mais me chamou atenção, o que ele quer dizer (na minha concepção), meus quotes favoritos e o que aprendi com ele. É quase uma pseudo-resenha Haha.

{Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta François Rabelais, quando estava à beira da morte, chamou de o ‘Grande Talvez’. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, engraçada, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao Grande Talvez}. 
240 páginas | John Green | 2010
Durante todo o livro pude sentir a sensação de “eu já vivi isso”, sabe, não necessariamente as mesmas coisas ou as mesmas situações. Mas os mesmos sentimentos, medos e inseguranças já se fizeram presentes em algum ponto da minha vida. Isso foi o que tornou o livro mais interessante pra mim, com uma história bem envolvente. A história é divida em duas partes: Antes e Depois, narrando tudo em volta de um certo dia, em que uma certa coisa aconteceu e cada capítulo é intitulado com uma data, fazendo assim crescer cada vez mais a sua curiosidade para tal evento.
 
A história nos oferece Miles, garoto um pouco anti-social, que decidi estudar no colégio interno em que seu pai estudou, assim deixando sua antiga vida (e não tão querida assim), para trás. Chegando lá, ele faz amizade com seu colega de quarto, Chip, que prefere ser chamado de Capitão e ganha o apelida de Gordo (ironia com suas características). Também conhece Takumi, Lara e Alasca. Ah, a Alasca. Ela era uma menina única, que logo chama a atenção do Gordo, por sua personalidade bastante forte e sua maneira de lidar com a vida. Juntos, todos se encontram descobrindo diversas formas de lidar com os acontecimentos, repletos de novas experiências e marcados para sempre por todos os momentos que viveram e atitudes que tomaram.
 
Gordo adora ler biografias, mas o que mais prende atenção do garoto são as últimas palavras ditas pelas pessoas, antes da morte chegar. Achei diferente, confesso, mas ao mesmo tempo muito interessante o fato do personagem colecionar últimas palavras, sendo único e raro de se encontrar. No livro, as principais são essas duas, que levam o personagem a sair da sua zona de conforto e buscar um real sentido para sua vida:
 
~SIMÓN BOLÍVAR
 
“Como sairei deste labirinto?”
 
Na verdade, é muito provável que as últimas palavras de Simón Bolívar não tenham sido “Como sairei deste labirinto?” (embora ele tenha dito isso historicamente)
 
~FRANÇOIS RABELAIS
 
“Saio em busca de um Grande Talvez.”
 
Creditam-se a François Rabelais quatro “últimas palavras” alternativas, mas essa é a creditada pelo livro (além de ser a mais inspiradora haha).
 
Inspirado por ambas citações, Gordo, um garoto que tinha tudo para continuar com a mesma rotina monótona, passa a imagem de desbravamento no decorrer da leitura, e propõe que todos precisam correr riscos para encontrar a satisfação própria. Sem dúvidas dá vontade de sair de casa e arriscar diversos caminhos depois dessa leitura, o que acredito eu, tenha sido a grande proposta que o autor quis trazer para seus leitores. Uma ideia de vida constituída de momentos, que mesmo marcados por qualquer coisa que aconteça a nós, não devemos nos manter parados, e sim sempre em busca do nosso grande talvez.
 
Muitos criticam John Green por sempre abordar os mesmos esteriótipos (o nerd e uma garota bonita) em suas histórias, mas nesse livro, os personagens não se misturam, ambos possuem sua própria personalidade e se destacam dos demais personagens do autor. O livro é recheado de emoção e mostra que a dor pode vir de qualquer lado da vida, seja do amor, de uma amizade, ou da própria morte. 
 
Uma leitura fácil e cativante, possuí uma complexidade inigualável, abordando temas comuns, mas com uma grande sinceridade.Um dos meus livros favoritos, me deixou com um sensação boa ao terminá-lo de ler. Me mostrou que eu ainda estou aqui, que posso fazer algo com a minha vida, só basta eu querer. Assim não posso deixar de recomendar o livro e a proposta dele para vocês. Espero que gostem tanto quanto eu! 

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